O
curso é formado por aulas teóricas e práticas.
A teoria (13 horas), pode ser ministrada em um, dois ou três dias,
aplicada na sede da Hangar 1. A parte prática é feita
após a teórica, e é realizada em dois ou três
dias.
A
prática é realizada, em geral, em região serrana
e de mata atlântica.
O local é diferente para cada turma (assim evita-se agredir a natureza).
O curso é realizado em local realmente isolado, sem interferência
artificial. O acampamento (construído com recursos naturais) é
montado, em geral, 3km mata adentro. O deslocamento até o local
do acampamento não é feito através de trilhas ou
picadas, e sim por meio de bússola, sem agressão à
natureza.
O aluno
não poderá levar alimentos, pois, aprenderá a alimentar-se
dos recursos naturais disponíveis.
Deverá
levar equipamento básico de segurança. Serão levados
somente materiais autorizados pela escola.
Para
um melhor aprendizado, aproveitamento e menor impacto à natureza,
estipulamos o número máximo de quinze participantes.
Ao concluir
o curso, o participante recebe um Certificado de Participação
e um “brevet”.
Coordenador
Cmte.
João Martins
Tenente
do Exército Brasileiro da Arma de Infantaria.
Realizou
o Curso de Operações na Selva junto ao CIGS.
Instrutor de Guerra na Selva e Combate Aproximado.
Piloto de Avião
Matérias
Ministradas
Ação
Imediata
Chegada
ao local do curso. É hora de aprender a decidir. O que o grupo
irá fazer? O que pode ser feito? Quais as melhores e mais úteis
ações? Que tarefas serão executadas?
Primeiros
Socorros
Noções
gerais sobre os tratamentos para hemorragia, contusão, ferimento,
fratura, queimaduras, etc.. Construção de maca e imobilização
utilizando-se de recursos naturais.
Cuidados
com a Saúde
Medidas
e cuidados necessários para o bem-estar físico e mental
do participante.
Vestuário
Confecção
e improvisação de vestimentas.
Alimentação
Obtenção
e preparo de alimentos utilizando recursos naturais.
Fogo
Parte
essencial da sobrevivência. Constitui na obtenção
de fogo por meios naturais, cuidados e manutenção.
Jornada
Sobre a Terra
O
curso não é realizado sobre trilhas, picadas ou mata já
degradada. Aprende-se deslocamento por uso de bússola. Funciona
assim: chega-se a um local ideal (acessível por carro). A partir
daí, desloca-se em média 3km mata à dentro, sem causar
impacto (abrir picada ou trilha). Este caminho não é feito
em linha reta, pois é necessário alternar o curso, devido
a precipícios, charcos, etc... Se o grupo quiser, pode ser feito
deslocamento noturno. Ao término do curso, retorna-se ao ponto
de partida, também utilizando bússola (não existem
referências artificiais de trajeto na mata).
Noções
de Rapel e Nós
Diferente
do rapel desportivo, neste curso aprende-se a fazer o rapel de emergência
(feito com recursos básicos). A descida é vertical, sem
apoio para os pés.
Sinalização
Aprende-se
a utilizar diversos tipos de sinalização de emergência.
Por meios naturais e de sinalizadores pirotécnicos de emergência. |
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